Autor/Autores: Cláudio Mendes Júnior
ISBN: 978989712497-6
Edición: 1ª Edição
Encuadernación: Tapa blanda
Número de páginas: 334
Publicado el: 06/08/2018
Idioma: Português Brasileiro
A nova edição da obra Execução Penal e Direitos Humanos – Para Provas e Concursos está totalmente renovada, porém sem perder a didática e a linguagem menos técnica utilizada na edição anterior.
As atualizações são provenientes de leis recentes que deram nova redação ou apresentaram novo entendimento sobre a matéria abordada, além da inserção de Súmulas dos Tribunais Superiores (STF e STJ) e inclusão de questões recentes provenientes de concursos realizados e que foram respondidas e comentadas pelo autor.
É um trabalho direcionado aos que prestam Concursos e Exame da Ordem e que contém tópicos selecionados criteriosamente, dentre os mais exigidos em concursos e reputados mais importantes, para uma análise objetiva sob a ótica da Lei de Execuções Penais, da Constituição Federal e dos principais tratados de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário, notadamente, a Declaração dos Direitos Humanos da ONU e o Pacto de San José da Costa Rica. Mantém uma farta coletânea de súmulas e jurisprudência atualizada de nossos principais Tribunais, bem como um pouco da doutrina nacional. Temas atuais como o que prevê assistência ao preso dentro do presídio, monitoramento eletrônico, remição da pena pelo estudo e coleta de material genético (DNA) para fins de identificação criminal são abordados a partir da solução de questões de concursos, oportunizando ao leitor a dupla vantagem de conhecer a forma como os temas são abordados pelas principais instituições executoras de Concursos Públicos além de ter acesso simplificado aos temas mais relevantes da execução penal.
CLÁUDIO MENDES JÚNIOR
Juiz de Direito do TJRN, Titular da 3ª Vara Criminal de Mossoró – RN. Especialista em Criminologia pela Uninter e em Processo Penal pela Universidade de Fortaleza. Professor da Escola de Magistratura do Rio Grande do Norte.
ABREVIATURAS
- PRIMEIRA PARTE - EXECUÇÃO PENAL
Capítulo 1 - EXECUÇÃO PENAL - NOTAS INTRODUTÓRIAS
1.1 FASES DA INDIVIDUALIZAÇÃO DA PENA
1.1.1 Primeira Fase: Cominação (Fase Legislativa)
1.1.2 Segunda Fase: Aplicação ou Condenação - (Fase Judiciária)
1.1.3 Terceira Fase: Execução - (Fase Judiciária e Administrativa)
1.2 FUNÇÕES DA PENA
1.2.1 Retributiva
1.2.2 Preventiva
1.2.3 Ressocializadora
1.3 OBJETO DA EXECUÇÃO PENAL
1.4 REGULAMENTAÇÃO LEGAL DAS PENAS NO ORDENAMENTO BRASILEIRO
1.5 ALGUNS PRINCÍPIOS BÁSICOS DA EXECUÇÃO DA PENA
1.5.1 Legalidade e Anterioridade: (Art. 5º, XXXIX, da CF/1988)
1.5.2 Personalidade ou Intranscendência (Art. 5º, XLV, da CF/1988)
1.5.3 Humanidade (Art. 5º, XLVII, da CF/1988)
1.5.4 Individualidade (Art. 5º, XLVI, da CF/1988)
1.5.5 Contraditório e Ampla Defesa (Art. 5º, LV, da CF/1988)
1.5.6 Juiz Natural (Art. 5º, LIII, da CF/1988)
1.5.7 Publicidade (Art. 5º, LX da CF/1988)
1.5.8 Duplo Grau de Jurisdição: (Art. 197 da LEP e ART. 25 - Proteção Judicial do Pacto de San José da Costa Rica)
1.6 DO CONDENADO E DO INTERNADO
1.6.1 Execução Provisória e Prisão Após Condenação em Segunda Instância - Posição do STF
1.7 DO PROCESSO DE EXECUÇÃO E DA GUIA DE RECOLHIMENTO
Capítulo 2 - QUESTÕES COMENTADAS - PRINCÍPIOS DA EXECUÇÃO PENAL
2.1 PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA E PRISÃO PROCESSUAL
2.2 USO DE ALGEMAS
Capítulo 3 - A EXECUÇÃO DA PENA EM FACE DAS MULHERES
3.1 PECULIARIDADES DA EXECUÇÃO PENAL DAS MULHERES
Capítulo 4 - CLASSIFICAÇÃO - COMISSÃO TÉCNICA DE CLASSIFICAÇÃO - COMPOSIÇÃO E ATRIBUIÇÕES
Capítulo 5 - DOS ESTABELECIMENTOS PENITENCIÁRIOS
5.1 PENITENCIÁRIAS (ART. 87 DA LEP)
5.2 COLÔNIA AGRÍCOLA, INDUSTRIAL OU ESTABELECIMENTO SIMILAR (ART. 91 DA LEP)
5.3 CASA DE ALBERGADO (ART. 93 DA LEP)
5.4 CENTRO DE OBSERVAÇÃO (ART. 97 DA LEP)
5.5 HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO (ART. 99 DA LEP)
5.6 CADEIA PÚBLICA (ART. 102 DA LEP)
5.7 FALTA DE ESTABELECIMENTO ADEQUADO E CUMPRIMENTO DE PENA EM REGIME MAIS GRAVOSO - POSIÇÃO DO STF
Capítulo 6 - DAS PENAS
6.1 PENAS PRIVATIVAS DE LIBERDADE (PRISÃO SIMPLES, RECLUSÃO E DETENÇÃO)
6.1.1 Da Prisão Simples
6.1.2 Da Reclusão e da Detenção
6.2 PENAS RESTRITIVAS DE DIREITO (ALTERNATIVAS)
6.2.1 Tipos
6.2.1.1 Prestação pecuniária
6.2.1.2 Perda de bens e valores
6.2.1.3 Prestação de serviço à comunidade ou a entidades públicas
6.2.1.3.1 Características
6.2.1.4 Interdição temporária de direitos
6.2.1.5 Limitação de fim de semana
6.2.2 Requisitos Legais para a Substituição (Art. 44, CP)
6.2.2.1 Requisitos objetivos
6.2.2.2 Requisito subjetivo
6.2.3 Regras para a Substituição
6.2.4 Penas Restritivas de Direitos na Lei de Tóxico
6.2.5 Penas Restritivas de Direitos no Código de Trânsito Brasileiro
6.2.6 Substituição da Pena Privativa de Liberdade por Restritiva de Direitos nos Crimes Hediondos e nos Delitos da Lei Antidrogas
6.3 MULTA
6.3.1 Fases de Fixação da Multa
6.3.2 A Multa Substitutiva ou Vicariante
6.3.3 Da Impossibilidade de Conversão da Multa em Pena Privativa de Liberdade. Natureza Jurídica de Dívida Ativa. Intranscendência da Multa
6.4 CONVERSÃO
Capítulo 7 - REGIMES PENITENCIÁRIOS
7.1 TIPOS DE REGIMES
7.1.1 Quanto aos Estabelecimentos (Art. 33 do CP)
7.1.2 Quanto ao Trabalho
7.1.3 Quanto ao Exame Criminológico Inicial
7.1.4 A Progressão como Direito Relacionado à Individualização da Pena. Visão do STF
7.1.5 Da Identificação Genética do Condenado
7.2 O DENOMINADO REGIME ESPECIAL
7.3 O REGIME DISCIPLINAR DIFERENCIADO
7.4 COMPETÊNCIA E CRITÉRIOS PARA A FIXAÇÃO DO REGIME INICIAL DE CUMPRIMENTO DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE
7.4.1 Critérios para Fixação do Regime Inicial
7.4.2 A Fixação do Regime Inicial Quando da Unificação de Penas na LEP (Art. 111, LEP)
7.4.3 Unificação de Penas em Concurso de Infrações
7.5 FUNDAMENTAÇÃO DA DECISÃO QUE FIXA O REGIME INICIAL MAIS GRAVOSO COM BASE NO ART. 33, § 3º, DO CP
Capítulo 8 - PROGRESSÃO DE REGIME (ART. 112, LEP)
8.1 CRITÉRIOS PARA CONCESSÃO DA PROGRESSÃO DE REGIME PRISIONAL
8.1.1 Subjetivo - Mérito do Condenado
8.1.2 Objetivo - Temporal
8.1.3 Objetivo - Crimes contra a Administração Pública
8.1.4 Objetivo - Adimplemento da Multa
8.2 PROGRESSÃO POR SALTO
8.3 PROGRESSÃO NA EXECUÇÃO PROVISÓRIA
8.4 PARTICULARIDADES NA PROGRESSÃO PARA O REGIME ABERTO
8.4.1 Condições Obrigatórias
8.4.2 Condições Especiais Facultativas
8.5 CONSIDERAÇÕES SOBRE PRISÃO ALBERGUE DOMICILIAR E PRISÃO DOMICILIAR
8.5.1 Da Monitoração Eletrônica na Prisão Domiciliar
8.6 COMPETÊNCIA E PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DA PROGRESSÃO
8.7 UNIFICAÇÃO DE PENAS E PROGRESSÃO DE REGIMES
8.7.1 Limite Máximo de Pena a Cumprir e Unificação de Penas
8.7.2 Unificação Durante a Execução
Capítulo 9 - LIVRAMENTO CONDICIONAL
9.1 CONCEITO E NATUREZA
9.2 REQUISITOS
9.2.1 Objetivos
9.2.2 Subjetivos
9.2.3 Reparação do Dano Causado pelo Crime
9.3 CONDIÇÕES OBRIGATÓRIAS (ART. 132, § 1°, LEP)
9.4 CONDIÇÕES FACULTATIVAS (ART. 132, § 2°, LEP)
9.5 CONDIÇÕES JUDICIAIS
9.6 CASOS DE REVOGAÇÃO OBRIGATÓRIA
9.7 CASOS DE REVOGAÇÃO FACULTATIVA
9.8 SUSPENSÃO (ART. 145, LEP)
9.9 PRORROGAÇÃO (ART. 89, CP)
9.10 EXTINÇÃO (ART. 90, CP)
9.11 PROCEDIMENTO
Capítulo 10 - REGRESSÃO DE REGIME (ART. 118, LEP)
10.1 CONCEITO
10.2 CASOS
10.3 OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
10.4 ESQUEMA DA PROGRESSÃO E DA REGRESSÃO
Capítulo 11 - REMIÇÃO
11.1 CONCEITO
11.2 CARACTERÍSTICAS
11.3 REMIÇÃO PELA LEITURA E EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO - ENEM - RECOMENDAÇÃO 44/2013 DO CNJ
Capítulo 12 - DETRAÇÃO
Capítulo 13 - DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA
13.1 CONCEITO
13.2 DIFERENÇAS ENTRE PENAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA
13.3 A QUEM SE DESTINAM
13.4 TIPOS
13.5 PRAZO DE INTERNAÇÃO
13.6 DESINTERNAÇÃO OU LIBERAÇÃO CONDICIONAL
13.7 EXECUÇÃO DA MEDIDA DE SEGURANÇA
Capítulo 14 - DO TRABALHO
14.1 INTRODUÇÃO
14.2 CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DO PRESO (ART. 28, LEP)
14.3 DO TRABALHO EXTERNO
14.3.1 Condição Subjetiva
14.3.2 Condição Objetiva
14.4 CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO EXTERNO NO REGIME FECHADO
Capítulo 15 - DAS FUNÇÕES DO JUIZ DA EXECUÇÃO PENAL
15.1 ATRIBUIÇÕES CONSTANTES DA LEP
Capítulo 16 - AUTORIZAÇÕES DE SAÍDA
16.1 PERMISSÃO DE SAÍDA (ARTS. 120/121, LEP)
16.2 SAÍDA TEMPORÁRIA (ARTS. 122/125, LEP)
Capítulo 17 - INCIDENTES DA EXECUÇÃO
17.1 CONVERSÕES
17.1.1 Privativa de Liberdade em Restritiva de Direitos (Art. 180, LEP)
17.1.2 Restritiva de Direitos em Privativa de Liberdade (Art. 181, LEP)
17.1.2.1 Conversão da pena de prestação de serviços em prisão
17.1.2.2 Conversão da pena de limitação de fim de semana em prisão
17.1.2.3 Conversão da pena de interdição temporária de direitos em prisão
17.1.3 Conversão da Pena Privativa de Liberdade em Medida de Segurança (Art. 183, LEP)
17.1.4 Conversão de Multa em Prisão (Art. 182, LEP)
17.2 DO EXCESSO E DO DESVIO (ARTS. 185/186, LEP)
17.3 ANISTIA, GRAÇA E INDULTO (ARTS. 187/193, LEP)
17.3.1 Da Anistia
17.3.2 Indulto Individual (Graça)
17.3.2.1 Procedimento
17.3.3 Do Indulto Propriamente Dito (Coletivo)
17.4 CASOS EM QUE NÃO SE ADMITE INDULTO, GRAÇA OU ANISTIA
17.5 RECURSOS NA EXECUÇÃO PENAL
Capítulo 18 - DOS ÓRGÃOS DA EXECUÇÃO PENAL
18.1 DA DEFENSORIA PÚBLICA
Capítulo 19 - ASSISTÊNCIA
19.1 MATERIAL
19.2 À SAÚDE
19.3 JURÍDICA
19.4 EDUCACIONAL
19.5 SOCIAL
19.6 RELIGIOSA
19.7 ASSISTÊNCIA AOS EGRESSOS
Capítulo 20 - DOS DEVERES E DOS DIREITOS
Capítulo 21 - DA DISCIPLINA
21.1 COMPETÊNCIA PARA O EXERCÍCIO DO PODER DISCIPLINAR
21.2 DISCIPLINA E PRESO PROVISÓRIO
21.3 ESPÉCIES DE FALTAS DISCIPLINARES
21.3.1 Das Faltas Graves
21.3.2 Tentativa
21.3.3 Faltas Graves nas Penas Restritivas de Direito (Art. 51, LEP)
21.4 ESPÉCIES DE SANÇÕES DISCIPLINARES
21.5 PROCEDIMENTO PARA APURAÇÃO DE FALTAS DISCIPLINARES
21.6 DAS CONSEQUÊNCIAS DA PRÁTICA DE FALTAS GRAVES
Capítulo 22 - DAS RECOMPENSAS
Capítulo 23 - REGIME DISCIPLINAR DIFERENCIADO - RDD
23.1 ORIGEM
23.2 NATUREZA
23.3 CARACTERÍSTICAS
23.4 HIPÓTESES DE INCLUSÃO
23.5 PROCEDIMENTO
Capítulo 24 - SUSPENSÃO CONDICIONAL DA PENA - SURSIS
24.1 TIPOS
24.2 REQUISITOS PARA A CONCESSÃO
24.3 COMPETÊNCIA PARA A CONCESSÃO
24.4 REVOGAÇÃO OBRIGATÓRIA
24.5 REVOGAÇÃO FACULTATIVA
24.6 PRORROGAÇÃO DO PERÍODO DE PROVA
24.7 CUMPRIMENTO DAS CONDIÇÕES
- SEGUNDA PARTE - DIREITOS HUMANOS E REGRAS MÍNIMAS DE TRATAMENTO DO PRESO
Capítulo 1 - INTRODUÇÃO
1.1 CONCEITO
1.2 CARACTERÍSTICAS
1.2.1 Historicidade
1.2.1.1 Direitos fundamentais de primeira geração
1.2.1.2 Direitos fundamentais de segunda geração
1.2.1.3 Direitos fundamentais de terceira geração
1.2.1.4 Direitos fundamentais de quarta geração
1.2.2 Universalidade
1.2.3 Imprescritibilidade
1.2.4 Inalienabilidade
1.2.5 Irrenunciabilidade
1.2.6 Inviolabilidade
Capítulo 2 - TRATADOS INTERNACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS
Capítulo 3 - PROCEDIMENTO DE FORMAÇÃO DOS TRATADOS INTERNACIONAIS
3.1 DO CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE: OS DIREITOS HUMANOS COMO PARADIGMAS DE VALIDADE DAS LEIS
Capítulo 4 - FEDERALIZAÇÃO DAS CAUSAS SOBRE DIREITOS HUMANOS
Capítulo 5 - TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL (TPI)
Capítulo 6 - REGRAS MÍNIMAS DA ONU PARA TRATAMENTO DE PRISIONEIROS
Capítulo 7 - REGRAS MÍNIMAS PARA TRATAMENTO DO PRESO NO BRASIL ELABORADAS PELO CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CRIMINAL E PENITENCIÁRIA
Capítulo 8 - QUESTÕES
REFERÊNCIAS